PREENCHIMENTO DA FICHA PARA SELEÇÃO DE PROFESSORES DO COLÉGIO CONSOLATA
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Área de interesse *


 
Disciplinas

As disciplinas selecionadas estarão vinculadas com segmento escolhido no item anterior. Caso queira realizar algum comentário a respeito, selecione a opção "outro". Se você selecionou "Educação Infantil" ou "Ensino Fundamental I" na questão anterior, não é necessário escolher a disciplina.

 
DADOS PESSOAIS

 
Nome *

 
Data de Nascimento

xx/xx/xxxx
 
Estado Civil *


 
Religião *

 
Comunidade/Igreja/Organização *

 
Endereço *

Xxx, xxxxxxx,xx
 
CEP *

xxxxx-xxx
 
Telefone *

Preferência por celular
(xx) xxxxx-xxxx
 
FORMAÇÃO

 
Graduação

 
Curso *

 
Instituição *

 
Ano de Conclusão *

 
Especialização

Se não se aplica, passe para a próxima questão.
 
Curso

 
Instituição

 
Ano de Conclusão

 
Mestrado

Se não se aplica, passe para a próxima questão.
 
Curso

 
Instituição

 
Ano de Conclusão

 
Doutorado

Se não se aplica, passe para a próxima questão.
 
Curso

 
Instituição

 
Ano de Conclusão

 
Cursos de primoramento profissional nos últimos dois anos com indicação da Instituição realizadora

 
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL (DOCÊNCIA)

 
Você tem experiência como Professor em sala de aula? *

     
 
Se sim, indique o ano em que começou a lecionar em sala de aula.

 
REDE MUNICIPAL

Se não se aplica, passe para a próxima questão
 
Cargo efetivo

     
 
Descreva a(s) unidade(s) que você atuou e o tempo de serviço

 
REDE ESTADUAL

Se não se aplica, passe para a próxima questão
 
Cargo efetivo

     
 
Descreva a(s) unidade(s) que você atuou e o tempo de serviço

 
REDE PARTICULAR DE ENSINO

Se não se aplica, passe para a próxima questão
 
Descreva a(s) unidade(s) que você atuou e o tempo de serviço

 
EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL (Especialista: orientador, coordenador, diretor e outras)

Se não se aplica, passe para a próxima questão
 
Cargo efetivo

     
 
Descreva a(s) unidade(s) que você atuou e o tempo de serviço

 
AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EDUCACIONAL

 
A metodologia do estudo de caso é uma forma interessante de expressarmos as concepções que temos sobre a educação em uma situação real. Como o nosso objetivo é conhecê-lo profissionalmente, convidamos que faça uma análise livre sobre o caso apresentado, buscando, na medida do possível, interpretar as dez categorias que estão presentes em nossa Proposta Pedagógica. Lembramos que, se você julgar não ser pertinente inserir algumas das categorias em seu texto, não considere isso um problema. Muito obrigado!

 
Analise o seguinte caso (Retirado da Revista eletrônica “O caso é o seguinte...”. CORRÊA, Rosa Maria. Dificuldades no aprender: um outro modo de olhar. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2001. Disponível em http://www.pucminas.br/graduacao/cursos/ar

Este artigo baseia-se no estudo de caso do aluno Gabriel, de 8 anos, estudante da 2ª série do ensino fundamental de uma escola particular de Belo Horizonte. Em conversa com a coordenadora pedagógica, foi relatado que a professora desse aluno sempre se queixava de suas atitudes em sala. Segundo a professora, ele não tinha organização espacial, sequência ao escrever, não realizava as atividades propostas, era muito distraído, apresentava dificuldade no pensamento lógico-matemático, na leitura e na escrita, suspeitando-se, portanto, de uma ‘Dificuldade na Aprendizagem’. A situação era preocupante visto que Gabriel tinha tido bom rendimento escolar no ano anterior. Sabe-se que muitos fatores podem causar uma dificuldade de aprendizagem na criança, o que torna fundamental questionar se essa dificuldade é devida ao ensino ou à aprendizagem, pois ambas andam juntas, tornando-se impossível saber de quem é a “culpa” maior. Sendo assim, cabe à escola diagnosticar a dificuldade para tomar as providências cabíveis. Neste caso, a coordenadora iniciou um processo de investigação para tentar entender quais os motivos desse comportamento apresentado pelo aluno. Primeiramente, a coordenadora chamou a mãe do aluno para colocá-la a par da situação escolar de seu filho e para saber se ela já havia notado alguma alteração em seu comportamento. A mãe relatou à coordenadora que o filho não queria ir para a escola porque a professora havia dito que ele seria reprovado devido às suas notas baixas. Nesse momento, a coordenadora percebeu que o problema estava dentro da própria escola e que era preciso intervir junto à professora para que ela refletisse sobre sua prática docente. Na maioria das vezes, as escolas não estão preparadas para lidar com as dificuldades de aprendizagem que o aluno apresenta em determinadas áreas. O aluno acaba por acreditar e assumir o rótulo que lhe é atribuído. Nessa perspectiva, o professor deve ter a consciência do seu papel no processo de ensino-aprendizagem de seu aluno. É imprescindível perceber que cada aluno é único e que o mesmo método de ensino não atende a todos os alunos. Ele deve refletir constantemente sobre suas atitudes em relação aos alunos e estar atento no sentido de identificar qualquer tipo de dificuldade que possa ocorrer dentro da sala de aula. Assim será possível iniciar, o mais rápido possível, o trabalho pedagógico adequado para “cercar” a dificuldade apresentada. Na época, a escola contratou os serviços de uma psicopedagoga para que juntos pudessem buscar estratégias de intervenção adequadas com o objetivo de sanar as dificuldades apresentadas pelo aluno. A partir das orientações desse profissional, foi realizado um trabalho com a professora de Gabriel. Esse trabalho consistiu na reestruturação dos métodos de ensino utilizados em sala de aula. A professora recebeu diversos materiais que serviram de apoio para a realização do trabalho com o seu aluno. A coordenadora pedagógica procurou saber quais eram as atividades de maior interesse do aluno, chegando à conclusão de que Gabriel se interessava muito pelas atividades lúdicas, desenvolvidas nas aulas de educação física. A partir desse momento, a coordenadora orientou a professora de Gabriel a fazer encontros individuais com ele na tentativa de reaproximar os dois, uma vez que a atitude da professora em relação a Gabriel criara uma barreira entre eles. O aluno também foi encaminhado para um acompanhamento com o psicólogo, que realizava as sessões tanto na clínica como na própria escola. Nesse sentido, em continuidade ao trabalho desenvolvido em parceria entre coordenador e professor, no intuito de auxiliar o aluno Gabriel a superar as suas dificuldades na aprendizagem, foram desenvolvidas atividades lúdicas, como, por exemplo, o jogo de Argolas, o jogo da Amarelinha, Seriação e Seqüência. Foram trabalhados os conceitos de adição, subtração, multiplicação e divisão com materiais concretos. No caso da leitura e da escrita, a professora de Gabriel utilizou diversos portadores de texto, permitindo que o aluno escolhesse o de seu maior interesse. A partir das intervenções, é possível dizer que Gabriel melhorou o seu desempenho escolar. Melhorou a relação interpessoal com a professora, está mais concentrado nas aulas, desenvolve todas as atividades propostas, tem melhorado nos aspectos da leitura, da escrita e do raciocínio lógico-matemático, alcançando notas acima da média exigida pela escola. Nessa perspectiva, infere-se que é preciso entender que as crianças com dificuldade de aprendizagem não são, de forma alguma, seres incapazes, apenas precisam de um tempo maior e de um ensino mais elaborado. Para isso é preciso criar novos contextos que se adaptem às individualidades de cada aluno, valorizando o que cada um sabe, a fim de reforçar e ampliar suas potencialidades e não reforçar suas dificuldades.
 
Em nossa Proposta Pedagógica (2014-2017, p. 32 a 36), destacamos dez categorias de análise para a reflexão sobre a expectativa  da postura profissional  do Educador do Colégio Consolata. São elas: 1. Vivência religiosa; 2. Relação com o meio ambiente; 3.  Relação com as pessoas; 4. Cidadania; 5. Abertura ao novo; 6. Planejamento de aula; 7. Registros; 8. Assiduidade; 9. Pontualidade; 10. Respeito e amizade com o aluno.

 
Agradecemos a sua participação em nosso processo seletivo de professores. Em breve, entraremos em contato.

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